sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Por dentro do Marketing da Coca-Cola

                «O marketing da Coca-Cola também enfrenta desafios. Ela pode ser líder do mercado de refrigerantes e a marca mais valiosa do mundo, mas sabe que também precisa entender um consumidor mutante, que tem novos hábitos, e mensurar todos os seus resultados: dos anúncios na televisão aos pontos de venda, passando pelo mundo digital. À frente desta missão está Ricardo Fort, Diretor de Marketing da Coca-Cola.»
                Pablo Fernández, diretor da PHX Marketing comenta que: «Produtos como a Coca-Cola não precisam de promover o seu próprio produto. Assim como outros tipos de marcas - BMW; Mercedez; que não precisam de anunciar as suas características técnicas, as suas qualidades.
Os anúncios não são de todo sobre as características específicas do produto mas sim sobre qualquer outra coisa que não tem sequer a ver com o produto em questão.» Pablo Fernández termina com: «É aí que se percebe o valor de um produto, quando já não é preciso falar do produto.»
                Fort explica que uma das mudanças mais visíveis hoje é a transferência da liderança da relação entre o consumidor e a marca para as pessoas. Por isso, a Coca-Cola vem investindo em geração de conteúdo pelo consumidor e no entendimento do cenário que a cerca. O mais complexo deles é o universo jovem. «O adolescente é o target mais difícil de se entender porque eles mudam muito rápido. O maior desafio que a Coca-Cola tem é entender o que estas pessoas querem antes mesmo de elas quererem, conseguir antecipar e entregar os valores da marca, manifestados em comunicação, em promoção e embalagens», explica o Diretor.
«Temos 80 tipos diferentes de pontos de venda e para cada um deles há uma lista pré-determinada de quais equipamentos e comunicação que estarão em um determinado lugar. Além do tipo de promoção e do produto. E, para cada um destes 80 perfis de ponto de venda, temos 10 indicadores diferentes de performance.» Acrescenta Ricardo Fort.
                Explica também que o maior desafio da Coca-Cola é continuar a ser uma marca nova. «Temos um esforço grande na diversificação de portfólio, como chocolates, sumos, água, água com sabor, energéticos, chás e obviamente os refrigerantes. As pessoas querem coisas diferentes em momentos diferentes. Há um esforço para educar as pessoas a como ter uma vida saudável, que escolhas elas devem fazer, o que beber e o que comer.»
                Para finalizar Ricardo Fort refere que enquanto muitos produtos mudam, Coca-Cola é a mesma desde 1886. «O segredo é a “fórmula mágica”. Existe uma ciência muito forte por trás disso porque para manter o mesmo produto em todos os lugares do mundo, sendo ele 95% água, que é diferente pelo mundo inteiro, é um trabalho muito grande. Outra coisa interessante é que Coca-Cola é um produto democrático. Não importa quão dinheiro você tenha, você nunca vai comprar uma Coca-Cola melhor do que outra pessoa. Não importa o que você é, quão dinheiro você tem e o que você faz.»

Fonte: http://www.sobreadministracao.com



terça-feira, 20 de novembro de 2012

Portugueses que foram trabalhar para países sem impostos


Do Mónaco ao Dubai, de Andorra ao Qatar, há milhares de novos emigrantes a viver em locais onde ninguém paga IRS. E ainda têm outros privilégios: nalguns sítios, até a água e a electricidade são gratuitas.

Pablo Fernández, diretor da PHX Marketing refere que para equilibrar a situação do país o governo esta a tentar usar uma política tributaria, que o único que faz é diretamente “expulsar” as pessoas. Acrescenta “Como resultado temos dois exemplos claros - 1º - esta notícia: o exilo de pessoas par países onde não se pagam impostos; 2º - a revolta de setores como ultimamente o setor da restauração.

Marisa de Sousa trabalhava há nove anos em marketing na indústria farmacêutica, mas estava cansada. Dos cortes nos bónus e nos prémios, dos despedimentos à sua volta, das entrevistas de emprego em que lhe ofereciam 800 euros brutos por mês, mesmo com um mestrado.

“Estava desmotivada, desesperada, triste.” Um dia, um amigo disse-lhe que a companhia aérea Qatar Airways estava a recrutar e ela ficou curiosa. “No site vi que havia uma vaga para a minha área, mas era necessário ter experiência de dois anos de voo. Pensei: ‘Porque não?’ Assim podia sair de Portugal, experimentar uma cultura diferente, viajar pelo mundo inteiro e, quem sabe mais tarde, voltar ao marketing.”

Despediu-se duas semanas antes de partir para Doha. A bordo da melhor companhia aérea do mundo, de acordo com os Skytrax World Airline Awards, já conheceu países como China, Japão, Coreia, Austrália, Tailândia, Indonésia, Tanzânia, África do Sul ou Canadá. Acaba de ser promovida à primeira classe, o que vai representar uma progressão salarial.

Ganha em média 2.500 euros por mês. E o melhor de tudo? 2.500 euros limpos. O Qatar está entre os poucos países do mundo onde não há impostos.

A isenção fiscal é comum no Médio Oriente: os Governos do Kuwait, dos Emirados Árabes Unidos, de Omã e, já na Ásia, do Brunei, também não cobram impostos sobre o rendimento dos trabalhadores, sejam eles locais ou estrangeiros. No Qatar, além de não haver nada semelhante ao nosso IRS, não há descontos para o sistema de Segurança Social e o serviço de saúde é completamente gratuito. Tem assim atraído cada vez mais estrangeiros, que ali conseguem juntar dinheiro e ganhar qualidade de vida. Cerca de 200 dos quais são portugueses.

Para ler o artigo completo - http://www.sabado.pt/Multimedia/FOTOS/Dinheiro/Fotogaleria-(71).aspx

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Elsa Santos - Promoção!


   Elsa Santos, nova assistente de direção em PHX Marketing, foi uma das pessoas mais radiantes na conferência em Madrid, por motivos mais que óbvios. Depois de um intenso percurso no Cross Training Program, foi uma das finalistas que conseguiu a tão ansiada promoção: “Olhando para trás foi um constante desafio que me puxou até os meus limites, mas valeu a pena”.
   Elsa também teve palavras para os seus colegas promovidos: “Quando estás dentro do programa, conheces e compreendes perfeitamente os sacrifícios que esse mesmo programa implica. Ver pessoas que começaram contigo ultrapassar essas dificuldades e atingir os seus objetivos, faz-te sentir privilegiada de pertencer a um grupo como este”.
   Sobre o seu ato e discurso de promoção, comentou que tudo passou “muito rápido”, como se “quase não tivesse tempo de assimilar o que estava a acontecer”, mas mostrou-se “satisfeita” pelo resultado final.
Da conferência, o que ressaltou foi a participação de Antoine Bell, gerente nº1 em América, e de Justin Cobb - presidente do grupo e Christopher Grizzard, vice-presidente: “Foram imensamente inspiradores. São os melhores exemplos dentro deste negócio, uma oportunidade única para aprender”.
   O próprio Justin Cobb fechou o evento com o anúncio de que a próxima reunião internacional terá lugar a 12 de Janeiro no Royal Albert Hall de Londres. Uma esplêndida ocasião para desfrutar de discursos como este de Elsa Santos: Video brevemente disponível.

Visite o nosso Site Oficial : www.phxmarketing.pt

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Reeleição de Obama é vista como positiva para a Europa

            Segundo mandato de Barack Obama é, na opinião de analistas, uma boa notícia para a Europa e para as relações transatlânticas. Reeleição aumenta, porém, expectativas no continente.
            O desejo da maioria dos europeus tornou-se realidade. Barack Obama foi eleito para um segundo mandato na Casa Branca. Analistas europeus veem esta como uma boa notícia. "Obama é certamente mais próximo dos europeus do que Romney no que se refere à política interna e a políticas sociais. Isso foi constatado, inclusive, em pesquisas de opinião na Europa", lembra Marius Busemeyer, cientista político da Universidade de Constança.
            Pablo Fernández, diretor da PHX Marketing refere que a reeleição de Obama é algo positivo porque no ambiente instável em que nos encontramos agora uma mudança de “ator num cenário internacional”, aumentaria ainda mais essa instabilidade. Obama mostra-se como uma base sólida a partir da qual construir um futuro será mais consistente.
            "Para a Europa, ele significa previsibilidade", compara Heinz Gärtner, do Instituto Austríaco de Política Internacional, em Viena. "Romney seria muito imprevisível para a Europa, porque já mudou suas posições sobre desenvolvimentos globais várias vezes."
            "Obama, por sua vez, não tem motivos para alterar sua política para a Europa após sua vitória eleitoral", observa Vincent Michelot, especialista em EUA da Universidade Sciences Po, de Lyon. "Por outro lado, isso pode significar que o presidente pedirá à Europa para se esforçar mais para colocar a economia de volta nos trilhos, já que a recuperação da economia norte-americana depende também de uma melhora na situação europeia."

Mais envolvimento internacional
            Além do aspecto econômico, o governo reeleito pode exigir também que a Europa se empenhe mais na parceria com os Estados Unidos. Um exemplo citado por Gärtner é a busca de soluções para a guerra civil na Síria e para a disputa sobre o programa nuclear iraniano.
            Obama pode também vir a pedir ajuda transatlântica num tema que atualmente é muito importante para os europeus: proteção climática e política ambiental, que o presidente poderia trazer de volta à pauta em Washington.
Apesar do foco maior que a política externa dos EUA tem destinado à Ásia, a Europa vai continuar sendo o parceiro mais importante e confiável para os Estados Unidos, segundo o especialista. "Acho que a chamada reorientação dos Estados Unidos para o Pacífico foi realmente exagerada", diz Michelot. "Não é como se os EUA tivessem deixado a Europa sozinha de repente, ou como se a relação tivesse esfriado."
            Ele ressalta, ainda, que um aspecto importante é o fato de os EUA terem que cuidar de problemas mais urgentes no mundo do que a Europa. "A crise econômica europeia preocupa Washington, mas não se compara ao programa nuclear do Irã ou a outras ameaças globais."

Romney teria dividido Europa
            No entanto, os especialistas alertam que não há razão para que os europeus descansem, acreditando que a parceria transatlântica se manterá sempre sólida. Primeiro, porque os Estados Unidos também no futuro continuarão a direcionar sua atenção para outras regiões do mundo e, segundo, porque Obama, ao contrário de presidentes anteriores, não tem ligação pessoal alguma com a Europa.
            Mesmo assim, Obama é indiscutivelmente a melhor opção para o continente. "Foi uma decisão muito boa para a Europa", salienta Gärtner. "Se Romney se tornasse presidente, teria provocado uma divisão similar à ocorrida na gestão de George W. Bush. E a política de Romney em relação a China, Rússia e Oriente Médio teria dividido os europeus, o que seria um desastre para o continente."

Obama, com líder alemã Merkel e secretário-geral da Otan, Rasmussen: garantia de estabilidade para europeus


IV Reunião Internacional em Madrid


            Este passado fim-de-semana a PHX Marketing celebrou a sua IV Reunião Internacional de 2012, de novo em Madrid, com o objetivo de avançar os planos empresariais para 2013 e promover alguns dos componentes do grupo português à equipa de gestão.
            No luxuoso marco do Hotel  Silken Puerta América da capital espanhola, 350 pessoas procedentes de Reino Unido, Irlanda, Espanha, Portugal e Itália tiveram acesso antecipado aos projetos de expansão em Europa e América do Sul para os próximos dois semestres: Suécia, Polônia, Finlândia e Brasil serão os novos mercados de crescimento do grupo até 2014.
            Do mesmo modo, foram revelados os dados de evolução dos três primeiros quadrimestres do ano, que demostraram o bom estado de forma da empresa que chegou a multiplicar num 700% os resultados atingidos a começos de 2012, tanto a nível de faturação como de recrutamento e representação de clientes.
Promoções
            Em simultâneo, vários membros do grupo em Portugal receberam um reconhecimento internacional pelo seu desempenho, assim como o certificado que os acredita como integrantes da estrutura de direção da empresa.
            Entre eles, Elsa Santos, procedente do escritório de Setúbal, recebeu felicitações diretas do Vicepresidente em Europa, Justin Cobb, do gerente número 1 de Estados Unidos, Antoine Bell, e do Diretor da PHX Marketing, Pablo Fernández. Desde a sua nova posição no organigrama, Elsa Santos estará a cargo da constituição do grupo de trabalho que executará a expansão da empresa em Porto e Braga.
            O próprio Pablo Fernández opinou efusivamente sobre a promoção de Santos: “Estamos todos muito orgulhosos do seu esforço. É uma pessoa muito jovem mas cheia de maturidade e inteligência empresarial, que vai ter um papel decisivo no nosso desenvolvimento”.
Objetivos a curto prazo
            Por último, avançou-se a data do próximo encontro do grupo, que terá lugar o 13 de Janeiro em Londres. Para então, o Diretor da PHX Marketing adiantou a que será a sua principal meta: “Ao igual que no caso de Elsa, nesta reunião promoveremos outras três pessoas à equipa de gestão. Através destas três promoções, estaremos na posição de colocarmo-nos como líderes do setor em Portugal, objetivo principal da PHX para 2013”.
PROMOÇÃO DE ELSA SANTOS, MADRID, ESPANHA