segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Um ano de PHX Marketing em Setúbal!
PHX Marketing celebra hoje o seu
primeiro aniversário em Setúbal. Um ano atrás, a 13 de Dezembro de 2011, o
Diretor Pablo Fernández e Elsa Santos, agora Account Manager, davam um salto de
porta a porta, de Lisboa a Setúbal, para abrir o primeiro escritório do grupo fora
da capital portuguesa. O primeiro dos quatro que agora copam os diferentes
distritos do país de Norte a Sul.
Depois de 365 dias de intenso
trabalho, a PHX Marketing em Setúbal aparece como um pequeno oásis no deserto
económico português. A revisão dos números da empresa deixa dados irrefutáveis:
-
1 novo Account Manager.
-
2 novas pessoas em processo de promoção e abertura de escritórios.
-
2 novos projetos internacionais.
-
7 reuniões internacionais em Barcelona, Paris, Milão, Londres, Madrid e Dublim.
-
1000% de crescimento em recrutamento e faturação.
-
15.000 euros em bónus para os seus trabalhadores.
Intrigados pela raiz deste
estranho sucesso, entrevistamos a várias das pessoas encarregadas da maquinaria
total. Primeiro, Pablo Fernández indica que “a qualidade do grupo está por
detrás de tudo”. Para ele “o crescimento de uma empresa está intimamente ligado
ao crescimento profissional e pessoal dos seus trabalhadores. De fato, não há
nada mais satisfatório que ver pessoas entrar na nossa empresa, vê-las
desenvolver o seu talento e ver como atingem os seus objetivos”, conclui.
Para Elsa Santos, houve uma
qualidade essencial que determinou os resultados: “A persistência na luta por
atingir metas é a nossa caraterística fundamental”. Mas especifica: “Sempre é
mais fácil quando um grupo está motivado e unido. Nunca tinha trabalhado com um
grupo tão motivado e unido como este”. Para ela trata-se de “uma grande família”
que procura o mesmo destino.
No caso de Milvia Serra e Tiago
Pinto, próximos Account Managers, ambos concordam em destacar que “seis meses
na PHX Marketing mudaram a nossa visão sobre os negócios e a nossa carreira
profissional”. “Não ter limites no nosso crescimento ajuda a desenvolver
capacidades que achávamos não ter” e com isso, “o futuro apresenta-se mais aliciante”.
Objetivos para 2013
2013 é visto na PHX como um ano
de expansão exponencial. O seu Diretor, Pablo Fernández, explica o porquê: “É
muito simples. Quando multiplicas as bases - o que para nós significa multiplicar
localizações - o crescimento já não é só de uma fonte, senão de múltiplas
fontes paralelas, igualmente sustentáveis”.
Entre os próximos objetivos, que
serão também feitos públicos no rally de Janeiro em Londres, está o de continuar
a abrir escritórios em Portugal, nomeadamente um novo em Porto e também em
Braga e Castelo Branco no primeiro semestre de 2013.
Ao mesmo tempo, o grupo pretende
assumir dois novos desafios internacionais, primeiro na Galiza, com a abertura
de dois escritórios, e segundo, um projeto particular pelo qual Pablo Fernández
está especialmente entusiasmado: “Brasil vai marcar um ponto de viragem na
nossa empresa. Um mercado tão grande supõe uma oportunidade imensa para as pessoas
que aqui trabalham, precisamos 150 gerentes para enfrentar os desafios desse país,
portanto, precisamos 150 pessoas entusiasmadas com a oportunidade de dirigir
uma empresa no estrangeiro”.
Celebrações
Inquirido pelas possíveis
celebrações da tão marcada data, Pablo Fernández anunciou vários planos: “Primeiro,
premiar os responsáveis de todo este sucesso que estando tão próximos do Natal,
pode supor uma grande ajuda para estas datas especiais”.
Para além disso, não faltarão os
típicos jantares de empresa e várias viagens para alguns dos colaboradores: “Queremos
enviar a certas pessoas a distintos pontos da Europa onde estamos a obter
importantes resultados, principalmente Itália e Suécia”.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
PHX Marketing presente em Dublin
Dublin acolheu esta semana a última conferência de 2012,
neste caso orientada a formar os novos assistentes de direção nos desafios de
2013 e nas tarefas que irão abordar como iminentes gerentes dos seus próprios escritórios.
Entre eles, Elsa Santos, account manager de PHX Marketing desde
dia 3 de Novembro, foi uma das assistentes mais participativas e entusiasmadas
com o encontro: “Foi absolutamente incrível: tanta informação e de fontes de
tanta qualidade só se pode chamar privilégio”. Santos, que presenciou os
seminários dos VP Justin Cobb e Christoph Grizzard, assim como gerentes em
Milão como Sean Grace, adiciona: “Não posso aguardar para aplicar todos os
conceitos que aprendi, 2013 vai ser um grande ano”.
Precisamente em Janeiro de 2013 terá lugar a próxima reunião
internacional do grupo, ainda que nesta ocasião será de portas abertas para
todos os funcionários da PHX Marketing. O rally será uma nova oportunidade para
presenciar promoções a Vice-presidente e Consultor Regional e para premiar
vários dos gerentes pelo seu desempenho internacional. O local escolhido para o
evento será o Royal Festival Hall de Londres e a data está prevista para o dia
12 de Janeiro.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Por dentro do Marketing da Coca-Cola
«O marketing da Coca-Cola também
enfrenta desafios. Ela pode ser líder do mercado de refrigerantes e a marca
mais valiosa do mundo, mas sabe que também precisa entender um consumidor
mutante, que tem novos hábitos, e mensurar todos os seus resultados: dos
anúncios na televisão aos pontos de venda, passando pelo mundo digital. À
frente desta missão está Ricardo Fort, Diretor de Marketing da Coca-Cola.»
Pablo Fernández,
diretor da PHX Marketing comenta que: «Produtos como a Coca-Cola não precisam
de promover o seu próprio produto. Assim como outros tipos de marcas - BMW;
Mercedez; que não precisam de anunciar as suas características técnicas, as
suas qualidades.
Os anúncios não são de todo sobre as características específicas do
produto mas sim sobre qualquer outra coisa que não tem sequer a ver com o
produto em questão.» Pablo Fernández termina com: «É aí que se percebe o valor
de um produto, quando já não é preciso falar do produto.»
Fort explica que
uma das mudanças mais visíveis hoje é a transferência da liderança da relação
entre o consumidor e a marca para as pessoas. Por isso, a Coca-Cola vem
investindo em geração de conteúdo pelo consumidor e no entendimento do cenário
que a cerca. O mais complexo deles é o universo jovem. «O adolescente é o
target mais difícil de se entender porque eles mudam muito rápido. O maior
desafio que a Coca-Cola tem é entender o que estas pessoas querem antes mesmo
de elas quererem, conseguir antecipar e entregar os valores da marca,
manifestados em comunicação, em promoção e embalagens», explica o Diretor.
«Temos 80 tipos diferentes de pontos de venda e para cada um deles há
uma lista pré-determinada de quais equipamentos e comunicação que estarão em um
determinado lugar. Além do tipo de promoção e do produto. E, para cada um
destes 80 perfis de ponto de venda, temos 10 indicadores diferentes de
performance.» Acrescenta Ricardo Fort.
Explica também
que o maior desafio da Coca-Cola é continuar a ser uma marca nova. «Temos um
esforço grande na diversificação de portfólio, como chocolates, sumos, água,
água com sabor, energéticos, chás e obviamente os refrigerantes. As pessoas
querem coisas diferentes em momentos diferentes. Há um esforço para educar as
pessoas a como ter uma vida saudável, que escolhas elas devem fazer, o que
beber e o que comer.»
Para
finalizar Ricardo Fort refere que enquanto muitos produtos mudam, Coca-Cola é a
mesma desde 1886. «O segredo é a “fórmula mágica”. Existe uma ciência muito
forte por trás disso porque para manter o mesmo produto em todos os lugares do
mundo, sendo ele 95% água, que é diferente pelo mundo inteiro, é um trabalho
muito grande. Outra coisa interessante é que Coca-Cola é um produto
democrático. Não importa quão dinheiro você tenha, você nunca vai comprar uma
Coca-Cola melhor do que outra pessoa. Não importa o que você é, quão dinheiro
você tem e o que você faz.»
Fonte: http://www.sobreadministracao.com
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Portugueses que foram trabalhar para países sem impostos
Do Mónaco ao Dubai, de Andorra ao Qatar, há milhares de
novos emigrantes a viver em locais onde ninguém paga IRS. E ainda têm outros
privilégios: nalguns sítios, até a água e a electricidade são gratuitas.
Pablo Fernández, diretor da PHX Marketing refere que para
equilibrar a situação do país o governo esta a tentar usar uma política
tributaria, que o único que faz é diretamente “expulsar” as pessoas. Acrescenta
“Como resultado temos dois exemplos claros - 1º - esta notícia: o exilo de
pessoas par países onde não se pagam impostos; 2º - a revolta de setores como
ultimamente o setor da restauração.
Marisa de Sousa trabalhava há nove anos em marketing na indústria farmacêutica, mas estava cansada. Dos cortes nos bónus e nos prémios, dos despedimentos à sua volta, das entrevistas de emprego em que lhe ofereciam 800 euros brutos por mês, mesmo com um mestrado.
“Estava desmotivada, desesperada, triste.” Um dia, um amigo disse-lhe que a companhia aérea Qatar Airways estava a recrutar e ela ficou curiosa. “No site vi que havia uma vaga para a minha área, mas era necessário ter experiência de dois anos de voo. Pensei: ‘Porque não?’ Assim podia sair de Portugal, experimentar uma cultura diferente, viajar pelo mundo inteiro e, quem sabe mais tarde, voltar ao marketing.”
Despediu-se duas semanas antes de partir para Doha. A bordo da melhor companhia aérea do mundo, de acordo com os Skytrax World Airline Awards, já conheceu países como China, Japão, Coreia, Austrália, Tailândia, Indonésia, Tanzânia, África do Sul ou Canadá. Acaba de ser promovida à primeira classe, o que vai representar uma progressão salarial.
Ganha em média 2.500 euros por mês. E o melhor de tudo? 2.500 euros limpos. O Qatar está entre os poucos países do mundo onde não há impostos.
A isenção fiscal é comum no Médio Oriente: os Governos do Kuwait, dos Emirados Árabes Unidos, de Omã e, já na Ásia, do Brunei, também não cobram impostos sobre o rendimento dos trabalhadores, sejam eles locais ou estrangeiros. No Qatar, além de não haver nada semelhante ao nosso IRS, não há descontos para o sistema de Segurança Social e o serviço de saúde é completamente gratuito. Tem assim atraído cada vez mais estrangeiros, que ali conseguem juntar dinheiro e ganhar qualidade de vida. Cerca de 200 dos quais são portugueses.
Para ler o artigo completo - http://www.sabado.pt/Multimedia/FOTOS/Dinheiro/Fotogaleria-(71).aspx
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Elsa Santos - Promoção!
Elsa Santos, nova assistente de direção em PHX Marketing,
foi uma das pessoas mais radiantes na conferência em Madrid, por motivos mais
que óbvios. Depois de um intenso percurso no Cross Training Program, foi uma
das finalistas que conseguiu a tão ansiada promoção: “Olhando para trás foi um
constante desafio que me puxou até os meus limites, mas valeu a pena”.
Elsa também teve palavras para os seus colegas promovidos:
“Quando estás dentro do programa, conheces e compreendes perfeitamente os
sacrifícios que esse mesmo programa implica. Ver pessoas que começaram contigo
ultrapassar essas dificuldades e atingir os seus objetivos, faz-te sentir
privilegiada de pertencer a um grupo como este”.
Sobre o seu ato e discurso de promoção, comentou que tudo
passou “muito rápido”, como se “quase não tivesse tempo de assimilar o que
estava a acontecer”, mas mostrou-se “satisfeita” pelo resultado final.
Da conferência, o que ressaltou foi a participação de
Antoine Bell, gerente nº1 em América, e de Justin Cobb - presidente do grupo e
Christopher Grizzard, vice-presidente: “Foram imensamente inspiradores. São os
melhores exemplos dentro deste negócio, uma oportunidade única para aprender”.
O próprio Justin Cobb fechou o evento com o anúncio de que a
próxima reunião internacional terá lugar a 12 de Janeiro no Royal Albert Hall
de Londres. Uma esplêndida ocasião para desfrutar de discursos como este de
Elsa Santos: Video brevemente disponível.
Visite o nosso Site Oficial : www.phxmarketing.pt
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Reeleição de Obama é vista como positiva para a Europa
Segundo mandato de Barack Obama é, na opinião de
analistas, uma boa notícia para a Europa e para as relações transatlânticas.
Reeleição aumenta, porém, expectativas no continente.
O
desejo da maioria dos europeus tornou-se realidade. Barack Obama foi eleito
para um segundo mandato na Casa Branca. Analistas europeus veem esta como uma
boa notícia. "Obama é certamente mais próximo dos europeus do que Romney
no que se refere à política interna e a políticas sociais. Isso foi constatado,
inclusive, em pesquisas de opinião na Europa", lembra Marius Busemeyer,
cientista político da Universidade de Constança.
Pablo
Fernández, diretor da PHX Marketing refere que a reeleição de Obama é algo positivo
porque no ambiente instável em que nos encontramos agora uma mudança de “ator
num cenário internacional”, aumentaria ainda mais essa instabilidade. Obama
mostra-se como uma base sólida a partir da qual construir um futuro será mais
consistente.
"Para
a Europa, ele significa previsibilidade", compara Heinz Gärtner, do
Instituto Austríaco de Política Internacional, em Viena. "Romney seria
muito imprevisível para a Europa, porque já mudou suas posições sobre
desenvolvimentos globais várias vezes."
"Obama,
por sua vez, não tem motivos para alterar sua política para a Europa após sua
vitória eleitoral", observa Vincent Michelot, especialista em EUA da
Universidade Sciences Po, de Lyon. "Por outro lado, isso pode significar
que o presidente pedirá à Europa para se esforçar mais para colocar a economia
de volta nos trilhos, já que a recuperação da economia norte-americana depende
também de uma melhora na situação europeia."
Mais envolvimento internacional
Além
do aspecto econômico, o governo reeleito pode exigir também que a Europa se
empenhe mais na parceria com os Estados Unidos. Um exemplo citado por Gärtner é
a busca de soluções para a guerra civil na Síria e para a disputa sobre o
programa nuclear iraniano.
Obama
pode também vir a pedir ajuda transatlântica num tema que atualmente é muito
importante para os europeus: proteção climática e política ambiental, que o
presidente poderia trazer de volta à pauta em Washington.
Apesar do foco maior que a política externa
dos EUA tem destinado à Ásia, a Europa vai continuar sendo o parceiro mais
importante e confiável para os Estados Unidos, segundo o especialista.
"Acho que a chamada reorientação dos Estados Unidos para o Pacífico foi
realmente exagerada", diz Michelot. "Não é como se os EUA tivessem
deixado a Europa sozinha de repente, ou como se a relação tivesse
esfriado."
Ele
ressalta, ainda, que um aspecto importante é o fato de os EUA terem que cuidar
de problemas mais urgentes no mundo do que a Europa. "A crise econômica
europeia preocupa Washington, mas não se compara ao programa nuclear do Irã ou
a outras ameaças globais."
Romney teria dividido Europa
No
entanto, os especialistas alertam que não há razão para que os europeus
descansem, acreditando que a parceria transatlântica se manterá sempre sólida.
Primeiro, porque os Estados Unidos também no futuro continuarão a direcionar
sua atenção para outras regiões do mundo e, segundo, porque Obama, ao contrário
de presidentes anteriores, não tem ligação pessoal alguma com a Europa.
Mesmo
assim, Obama é indiscutivelmente a melhor opção para o continente. "Foi
uma decisão muito boa para a Europa", salienta Gärtner. "Se Romney se
tornasse presidente, teria provocado uma divisão similar à ocorrida na gestão
de George W. Bush. E a política de Romney em relação a China, Rússia e Oriente
Médio teria dividido os europeus, o que seria um desastre para o
continente."
![]() |
Obama,
com líder alemã Merkel e secretário-geral da Otan, Rasmussen: garantia de
estabilidade para europeus
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IV Reunião Internacional em Madrid
Este passado fim-de-semana a PHX Marketing celebrou a sua
IV Reunião Internacional de 2012, de novo em Madrid, com o objetivo de avançar
os planos empresariais para 2013 e promover alguns dos componentes do grupo
português à equipa de gestão.
No luxuoso marco do Hotel
Silken Puerta América da capital espanhola, 350 pessoas procedentes de
Reino Unido, Irlanda, Espanha, Portugal e Itália tiveram acesso antecipado aos
projetos de expansão em Europa e América do Sul para os próximos dois
semestres: Suécia, Polônia, Finlândia e Brasil serão os novos mercados de crescimento
do grupo até 2014.
Do mesmo modo, foram revelados os dados de evolução dos
três primeiros quadrimestres do ano, que demostraram o bom estado de forma da
empresa que chegou a multiplicar num 700% os resultados atingidos a começos de
2012, tanto a nível de faturação como de recrutamento e representação de
clientes.
Promoções
Em simultâneo, vários membros do grupo em Portugal
receberam um reconhecimento internacional pelo seu desempenho, assim como o
certificado que os acredita como integrantes da estrutura de direção da empresa.
Entre eles, Elsa Santos, procedente do escritório de
Setúbal, recebeu felicitações diretas do Vicepresidente em Europa, Justin Cobb,
do gerente número 1 de Estados Unidos, Antoine Bell, e do Diretor da PHX
Marketing, Pablo Fernández. Desde a sua nova posição no organigrama, Elsa
Santos estará a cargo da constituição do grupo de trabalho que executará a
expansão da empresa em Porto e Braga.
O próprio Pablo Fernández opinou efusivamente sobre a
promoção de Santos: “Estamos todos muito orgulhosos do seu esforço. É uma
pessoa muito jovem mas cheia de maturidade e inteligência empresarial, que vai
ter um papel decisivo no nosso desenvolvimento”.
Objetivos
a curto prazo
Por último, avançou-se a data do próximo encontro do
grupo, que terá lugar o 13 de Janeiro em Londres. Para então, o Diretor da PHX
Marketing adiantou a que será a sua principal meta: “Ao igual que no caso de
Elsa, nesta reunião promoveremos outras três pessoas à equipa de gestão.
Através destas três promoções, estaremos na posição de colocarmo-nos como
líderes do setor em Portugal, objetivo principal da PHX para 2013”.
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| PROMOÇÃO DE ELSA SANTOS, MADRID, ESPANHA |
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Como equilibrar a vida pessoal com a vida profissional
Há dois dias, a curiosidade levou-nos a perguntar ao
Diretor de PHX Marketing, Pablo Fernández, como é que ele consegue encontrar o
equilíbrio entre a sua vida profissional – um atarefado empresário - e a sua
intensa vida pessoal entre o desporto, a literatura e as viagens. Esta foi a
sua reposta:
Nos tempos que correm, cada vez mais trabalhadores
queixam-se de que o seu emprego não lhes permite realizar outras atividades que
realmente gostam, que não conseguem conciliar a suas vidas pessoal e profissional.
Consequentemente, estão deprimidos pela espiral contraditória na que se
encontram: não podem deixar o seu trabalho porque é o que lhes dá vida, mas não
têm vida porque o seu trabalho lha tira.
Muitas pessoas perguntam como é que eu consigo fazer o
que eu faço fora do meu trabalho quando, supostamente, um executivo só tem
tempo para o seu trabalho. O segredo de muitas das coisas que nós fazemos é a
organização. A organização transforma-se em hábito e um hábito é algo que
executamos sem pensar, algo quase orgânico. Como empresário tenho imensas
tarefas, provavelmente mais do que o 95% das pessoas que se queixam da falta de
tempo, mas o meu foco, em lugar de estar no volume, está na qualidade.
Estas são
as minhas seis regras de ouro para encontrar o equilíbrio:
Primeira regra: Não
importa quanto tempo trabalhas, mas sim o quanto atinges no tempo em que
estás a trabalhar.
Como os americanos falam: “Work
smart, not hard”. Trabalhar por objetivos organiza automaticamente o teu dia: a
chave está na diferenca entre “trabalhar” e “estar no trabalho”. 20% do teu
negócio cria 80% do teu negócio, é ai onde devemos colocar a nossa
determinação.
Segunda regra: O
dia tem 24 horas.
Parece que algumas pessoas têm
uns dias com apenas 15 horas. Pensar no facto - não tenho tempo ou decidir se
me vou organizar a ter tempo ou não, ocupa tempo: não o usem de forma errada.
Mais ação e menos pensamentos inúteis.
Terceira regra: Não
desistir da organização.
Se tenho objetivos que quero
atingir mas não tenho tempo para me organizar, então também não terei tempo
para atingir esses objetivos. Ficarei sempre estagnado.
Quarta regra: A
recompensa.
Uma pessoa é mais facilmente
motivável pelo prêmio que pelo castigo. Se tenho uma grande carga de trabalho,
não penso em que se não consigo acabar esse trabalho, terei que continuar a
trabalhar. Pelo contrário, penso em como me vou recompensar a mim próprio pelo
fato de ter conseguido acabar esse trabalho. Com um pensamento positivo na
cabeça, vou-me esforçar mais e mais eficientemente que se estou a pensar:
“Deus, tenho tanto trabalho por fazer!”. Recompensas a curto prazo são os
melhores motores de motivação.
Quinta regra: Sempre
posso fazer mais alguma coisa.
Às vezes encontro-me com alguns dos meus
empregados que procuram desculpas para explicar o porquê de não terem atingido
os seus objetivos, e eu uso a seguinte analogia: “Se tivesses um contrato assinado
sobre a mesa no qual estivesse estipulado que irias receber 1.000.000 de euros
por teres acabado esta tarefa a tempo, terias acabado? Então isso significa que
podias ter feito mais.
Sexta regra: Faz
algo que desfrutes.
Esta é a minha regra favorita e
resume a minha visão sobre o que significa trabalhar: se encontras algo que
gostas de fazer, não voltarás a trabalhar o resto da tua vida.
Estas seis regras ajudaram a
adorar o que faço dentro e fora da minha empresa.
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| Trabalho. |
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| Lazer |
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| Trabalho |
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| Lazer |
terça-feira, 23 de outubro de 2012
EUA: Sem-abrigo ganha 200 mil dólares em raspadinha
Para um
sem-abrigo da cidade de Greenville, na Carolina do Sul (EUA), a última
sexta-feira foi um dia de sorte. Depois de ter comprado uma raspadinha por 10
dólares (7.67 euros), o homem ganhou um prémio de 200 mil dólares (cerca de 153
mil euros).
Pablo Fernández,
diretor da PHX Marketing refere que este tipo de noticias o fazem pensar no
ditado “ dá um peixe a um homem e este comerá por um dia, mas ensina um homem a
pescar e este comerá o resto da sua vida”, acrescenta ainda que «Muitos de nós
pensaríamos - o que fazer com o prémio, mas a pregunta correta seria - como faço
para fazer crescer este prémio.
Segundo a
imprensa norte-americana, o sem-abrigo contou aos funcionários da lotaria que,
quando raspou o bilhete, nem queria acreditar no que lhe tinha acontecido e
começou a gritar e a saltar de contentamento.
Antes de viver nas ruas, este homem (que não se quis identificar) trabalhava na construção civil, mas quando as coisas se complicaram ficou sem trabalho e teve de recorrer a um abrigo da Misericórdia local.
O homem explicou ao jornal Greenville Online que, com o prémio, pretende recuperar a sua vida e usar o dinheiro para arranjar uma casa e ajudar a sua família.
Antes de viver nas ruas, este homem (que não se quis identificar) trabalhava na construção civil, mas quando as coisas se complicaram ficou sem trabalho e teve de recorrer a um abrigo da Misericórdia local.
O homem explicou ao jornal Greenville Online que, com o prémio, pretende recuperar a sua vida e usar o dinheiro para arranjar uma casa e ajudar a sua família.
Fonte: http://boasnoticias.pt
43 empresas europeias vêm a Portugal para contratar
Lisboa prepara-se
para acolher os Dias Europeus do Emprego. A edição deste ano decorre a 25 e 26
de Outubro, no Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL), e conta com a
presença de mais de 43 empresas de 15 países europeus disponíveis para
contratar.
Pablo Fernández
refere que as experiencias laborais do exterior enriquecem a mão de obra
nacional, seria aconselhável a todos os trabalhadores que experimentassem uma
atividade laboral fora do país durante um tempo
O primeiro dia
dos Dias Europeus do emprego, 25 de Outubro, é especialmente dirigido a
profissional na área das Engenharias ou Tecnologias de Informação. O dia
seguinte será dedicado a várias áreas profissionais como saúde, hotelaria e
restauração, atendimento ao cliente e construção civil, entre outras.
O programa conta
ainda com um vasto programa de mais de 70 'workshops', sessões de informação e
apresentações de empresas. Os participantes podem também contar com informação
e aconselhamento personalizados.
Segundo o IEFP,
que organiza o evento em parceria com a rede Eures, os Dias Europeus do Emprego
são uma oportunidade para contactar empresas ou especialistas nos mercados de
trabalho de outros países, estruturar e aprofundar planos individuais de
mobilidade ou saber mais sobre a forma como a rede EURES e outros serviços de
apoio à mobilidade podem ajudar os
No site do
evento, o IEFP recomenda aos interessados que se informem previamente sobre os
países e as empresas participantes,
e que consultem os perfis de
recrutamento que podem interessar a cada caso.
A organização
aconselha os interessados a levar várias cópias do seu currículo em inglês,
francês ou noutra língua solicitada pelas empresas contratantes.
Os interessados devem fazer a sua pré-inscrição online, até dia 24 de Outubro, no sentido de aumentar a probabilidade de marcação de uma ou mais entrevistas com as empresas participantes. O evento vai decorrer entra as 12h e as 20h, com entrada até as 19h. A entrada é gratuita.
Os interessados devem fazer a sua pré-inscrição online, até dia 24 de Outubro, no sentido de aumentar a probabilidade de marcação de uma ou mais entrevistas com as empresas participantes. O evento vai decorrer entra as 12h e as 20h, com entrada até as 19h. A entrada é gratuita.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Chuva de meteoros iluminará o céu no fim-de-semana
Chega, este fim-de-semana,
uma das madrugadas mais aguardadas pelos amantes e curiosos da astronomia. Na
noite de sábado (20) para domingo (21), a chuva de meteoros de orionidas vai
voltar a iluminar o céu como resultado da aproximação à nossa atmosfera dos
detritos do cometa Halley, que passou pela Terra pela última vez em 1986.
Pablo Fernández refere que
em algumas culturas orientais quem faz juras de amor diante de uma chuva deste
género terá um amor eterno.
De acordo com Bill Cooke,
especialista da NASA, o espetáculo anual deverá permitir a observação "de
cerca de 25 meteoros por hora no pico do fenómeno, que ocorrerá durante o
amanhecer de domingo". Segundo Cooke, "uma vez que a Lua não vai
'estragar' o momento devido à fase em que se encontra, as condições de
observação deverão ser perfeitas".
Embora a chuva de
meteoros de orionidas, assim batizada pelo facto de os cometas parecem surgir a
partir da constelação de Orion, não seja a mais forte, "é uma das mais
bonitas do ano". Isto porque, explica Cooke, é emoldurada por algumas das
mais brilhantes estrelas e planetas, já que estas "estrelas cadentes"
passarão pelas também constelações de Touro e Gémeos, que fornecem um plano de
fundo cintilante para o fenómeno.
Porém, este ano,
haverá ainda mais um atrativo em torno do espetáculo: é que, em 2012, Vénus e
Júpiter alinharam-se com a estrela Sirius, formando um triângulo brilhante na
madrugada do céu ocidental. De acordo com a agência espacial norte-americana,
quando o próximo domingo amanhecer, fragmentos do cometa Halley vão atravessar,
assim, esta "tríade celestial", ao rasgar os céus.
Quem estiver
interessado em testemunhar o momento e, quem sabe, deixar os seus pedidos a uma
estrela cadente, deverá escolher um local escuro, de preferência afastado da
poluição luminosa das cidades e "preparar-se para a velocidade"
porque os meteoros do cometa Halley entram na atmosfera terrestre a cerca de
238.000 km/h.
Bill Cooke sugere
ainda que os curiosos saiam à rua entre uma a das horas antes do nascer do sol,
a melhor altura para a observação do céu. "É uma manhã fantástica para
estar acordado. Só tenham em mente que não devem ter pressa", visto que o
espetáculo vai ser longo, concluiu.
Fonte: http://boasnoticias.pt/noticias_chuva-de-meteoros-iluminara-o-ceu-no-fim-de-semana_13056.html
Holanda: Políticos vão de bicicleta para o trabalho
Primeiro-ministro
Mark Rutte e líder parlamentar Stef Blok chegam ao Catshuis, a residência
oficial do primeiro-ministro, de bicicleta.
Milhares
de internautas portugueses estão a partilhar, nas redes sociais, fotografias do
primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, e de outros políticos daquele país a
usar a bicicleta como meio de transporte. Estas imagens ganham especial
significado, em Portugal, após as alegadas declarações de um deputado do PS que
ridicularizou a ideia de um membro do parlamento andar com carros de marcas
“menores”.
Pablo
Fernández, diretor da PHX Marketing em relação a esta noticia refere que:
«Andar de BMW, Audi e todos esses outros carros de grandes marcas é um
desperdício de dinheiro mas andar de bicicleta é pura demagogia - dar ao povo o
que ele quer, mas apenas para ficar bem na fotografia.»
Acrescenta
ainda que: «O equilíbrio esta apenas a meio caminho. Isto é os governantes têm
de passar a utilizar o transporte publico ou o próprio carro como todos nós.»
Não
se sabe ao certo qual terá sido a frase de Francisco Assis, uma vez que foi
feita em reunião da bancada parlamentar do PS durante uma conversa sobre a
polémica renovação da frota automóvel socialista com carros de alta cilindrada,
mas é certo que o deputado ridicularizou a ideia dos membros do parlamento
circularem em carros de modelos e cilindradas inferiores, como por exemplo um
Renault Clio.
Mas
se em Portugal os governantes têm vergonha de circular pelo asfalto em veículos
modestos, exigindo marcas famosas e caras como a Audi, a BMW ou a Volkswagen,
já na Holanda os políticos parecem não ter estas inseguranças.
Sem
qualquer pudor, e até mesmo com um certo orgulho, o primeiro-ministro holandês
circula, com frequência, de bicicleta no seu dia-a-dia como o provam as
fotografias que estão a ser partilhadas nas redes sociais e que foram obtidas
pela agência de notícias AFP durante as negociações que decorreram, em Maio e
Abril, no parlamento holandês, para discutir a aprovação de cortes orçamentais.
Embora
seja apontado por alguns críticos como um comportamento algo demagógico, que
terá sobretudo a intenção de conquistar a simpatia do eleitorado, as pedaladas de
Mark Rutte - do Partido pela Liberdade e Democracia e que lidera um governo de
coligação - não deixam de servir como um bom exemplo.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
O objetivo número 1 da PHX Marketing
Na conjuntura socioeconómica atual, o crescimento
sustentável das empresas é cada vez mais complicado. Encontrar a fórmula do
sucesso vai depender da habilidade e iniciativa individual, da adaptabilidade
ao entorno que carateriza os grandes lideres. É assim que começam as grandes ideias
que são sempre, por outro lado, as mais simples.
Com o
intuito de conhecer essa “simplicidade” do sucesso, reunimo-nos hoje com o
Fundador da PHX Marketing, Pablo Fernández. Pontual como sempre, recebe-nos com
um estudado sorriso. Debaixo do impecável fato cinzento, ligeiramente
brilhante, está um homem jovem, dinâmico e com esse mistério intrínseco como
todos os triunfadores em tão tenra idade. Desde a primeira resposta, percebe-se
a profundidade do seu conhecimento e parece que soltamos cabos para uma viagem
diferente: aprender.
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| Pablo Fernández com um dos seus sócios de Portugal, João Danado, Valência |
Qual
é o segredo para ser “Pablo Fernández”?
- [Risos] Não há realmente segredos para ser Pablo
Fernández. Do mesmo modo que Pablo Fernández ainda não está acabado, e continua
à procura de novos “segredos” para acabar de se fazer. Provavelmente esse será
o primeiro ingrediente: procurar sempre um novo desafio e aprender, com
humildade, dos melhores. É o que chamamos de mentalidade de estudante: a
capacidade de assimilar e aplicar informação.
Então
ser Pablo Fernández implica muitas horas fechado num quarto a estudar?
- [Novos risos, isto começa
bem] Não necessariamente. Eu diria que é mais uma questão de atitude. Atitude é
como ter um Ferrari: é um carro bonito, de luxo, rápido… mas se não o
abastecermos, (não vamos poder tira-lo da garagem) não o vamos poder tirar da
garagem. Uma pessoa pode ter muitos conhecimentos, mas se não tem atitude, não
vai lograr nada do que se proponha. (Obviamente) É óbvio que sou partidário da
formação, e que a que considero essencial, mas se olhamos para as pessoas que
mais influências têm tido na História, não são precisamente os mais brilhantes
“estudantes universitários”, mas sim pessoas dotadas de uma atitude que
inspirou a outras nos momentos mais difíceis.
Podemos dizer, logo, que os ingredientes
do sucesso da sua empresa são a atitude e a formação?
- Em parte, sim. Contudo,
acho que esse sucesso reside na simplicidade da nossa ideia: todas as empresas
do mundo precisam de mais clientes (desde uma escola até um hospital ou um
restaurante), mais clientes equivale a mais dinheiro. Nesse contexto,
funcionamos como ponte entre as duas necessidades: a do cliente e a do
consumidor. Daí a fonte inacabável do nosso crescimento. Segundo, a diferença
radical do nosso sistema de trabalho: todas as empresas com sucesso
internacional, como a MacDonalds, por exemplo, estão baseadas num simples e
substituível método de trabalho, o que garante estabilidade na expansão. Ai é
onde a nossa estratégia de formação determina a nossa vitória. Mas, repito,
conhecimento sem atitude é só palavras que o vento leva.
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| Carolina Morales diretora do Porto |
E quais são os seguintes passos na
expansão da PHX Marketing?
- A curto prazo, pretendemos
nos consolidar como número 1 do setor em Portugal. E isto passa por nos
convertermos numa máquina imparável de recrutamento. O objetivo é oferecer 300
postos de trabalho nas 40 campanhas que tencionamos realizar no período 2012-2013
prévios à nossa expansão em 2014 no Brasil, onde nos aguarda um mercado de 190
milhões de pessoas.
Não é assustador um mercado tão grande,
partindo desde Portugal?
- Mais que assustador, é
motivador, a oportunidade é demasiado grande para deixa-la fugir. Por outro
lado, no meu caso particular, as minhas bases de gestão nasceram em Londres,
que per se é um mercado de mais de 12
milhões de pessoas, a população total de Portugal, por isso só seria uma
questão de adaptar o meu conhecimento de um país para outro.
As pessoas não lhe perguntam o porquê de
vir para Portugal dada a situação atual do país?
- Eu adoro Portugal: o ritmo
de vida, a comida, o tempo… se comparamos tudo isso com outros países nos quais
morei ou com uma cidade como Londres, a pergunta seria “Porque não Portugal?”.
Como negativo, aborreço-me bastante com o caráter derrotista de muitos portugueses.
Se (empregassem) utilizassem metade da energia que usam em serem pusilânimes em
algo produtivo, o país estaria numa situação completamente diferente. Nesse
sentido, os britânicos aprenderam a rir-se de si próprios enquanto procuram
soluções para serem número um de novo. Os portugueses criticam, choram, mas
ninguém faz nada. Agora começam a manifestar-se, o qual, no meu modo de ver
(ainda que apoio o direito às manifestações), é só mais uma forma ruidosa de
criticar, chorar e não fazer nada.
Onde está a solução para Portugal, neste
sentido?
- Há que educar a
mentalidade das pessoas, não aceitar a negatividade do outro. E acabar com o
egoísmo e o oportunismo da classe política. Uma das pessoas que mais admiro é
de Klerk: libertou Nelson Mandela sabendo que acabaria por perder as eleições
contra ele. Mas ele estava a pensar que, em 20 anos, isso seria o melhor para
África do Sul. E esse sacrifício, essa generosidade, salvou o seu país. Em Portugal,
como em tantos outros países, os políticos só pensam em ganhar as próximas
eleições, não no que será melhor para o país em 20 anos. Mas não nos enganemos,
os 80% por cento das pessoas que acudiu as manifestações, também pensa nas “nas
próximas eleições”: ninguém deu ainda uma alternativa válida.
Apesar de todo o “ruido” e os “choros”
ainda dá para desfrutar, espero, em Portugal. A quê dedica o tempo livre um
jovem empresário? Ou não existe tal “tempo livre”?
- [Voltam os risos] Existe,
é muito importante, para mim, o equilíbrio entre o profissional e o pessoal.
Basicamente, leio imenso, especialmente Camus e, tenho que confessar, adoro o
vosso Fernando Pessoa, especialmente Álvaro de Campos. E gosto muito de viajar
o que, devido ao meu trabalho, felizmente, consigo fazer muito. Também gosto de
um pouco de desporto, joguei durante 17 anos andebol, e sempre ficou essa veia
de competitividade e desportista.
Quando sair de Portugal será um “adeus”
ou um “até logo”?
- [Nem medita a resposta] Um
“até logo”, não só porque dirijo uma empresa em Portugal e, logisticamente, vai
ser inevitável retornar periodicamente mas também porque todos os lugares em
que moramos acabam por nos definir um bocado, e é difícil deixar para lá algo
que nos pertence, como este país.
Então, até logo!
- [Último sorriso] Até logo!
E despedimo-nos assim duma rara avis que afortunadamente pousou no
nosso país. Desejamos-lhe o maior sucesso e que através do seu labor consiga
mexer Portugal abrindo-nos novas oportunidades.
Boa sorte ou, melhor,
boa atitude!
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| Pablo a dar um seminário sobre liderança em Madrid |
Destaques:
«Atitude
é como ter um Ferrari: é um carro bonito, de luxo, rápido… mas se não o
abastecermos, (não vamos poder tira-lo da garagem) não o vamos poder tirar da
garagem. Uma pessoa pode ter muitos conhecimentos, mas se não tem atitude, não
vai lograr nada do que se proponha.»
«(…)acho
que esse sucesso reside na simplicidade da nossa ideia: todas as empresas do
mundo precisam de mais clientes (desde uma escola até um hospital ou um
restaurante), mais clientes equivale a mais dinheiro. Nesse contexto,
funcionamos como ponte entre as duas necessidades: a do cliente e a do
consumidor. Daí a fonte inacabável do nosso crescimento.»
«A
curto prazo, pretendemos nos consolidar como número 1 do setor em Portugal. E
isto passa por nos convertermos numa máquina imparável de recrutamento.»
«Uma das pessoas que mais admiro é de Klerk:
libertou Nelson Mandela sabendo que acabaria por perder as eleições contra ele.
Mas ele estava a pensar que, em 20 anos, isso seria o melhor para África do
Sul. E esse sacrifício, essa generosidade, salvou o seu país. Em Portugal, como
em tantos outros países, os políticos só pensam em ganhar as próximas eleições,
não no que será melhor para o país em 20 anos.»
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