quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Um ano de PHX Marketing em Setúbal!



PHX Marketing celebra hoje o seu primeiro aniversário em Setúbal. Um ano atrás, a 13 de Dezembro de 2011, o Diretor Pablo Fernández e Elsa Santos, agora Account Manager, davam um salto de porta a porta, de Lisboa a Setúbal, para abrir o primeiro escritório do grupo fora da capital portuguesa. O primeiro dos quatro que agora copam os diferentes distritos do país de Norte a Sul.

Depois de 365 dias de intenso trabalho, a PHX Marketing em Setúbal aparece como um pequeno oásis no deserto económico português. A revisão dos números da empresa deixa dados irrefutáveis:

                - 1 novo Account Manager.
                - 2 novas pessoas em processo de promoção e abertura de escritórios.
                - 2 novos projetos internacionais.
                - 7 reuniões internacionais em Barcelona, Paris, Milão, Londres, Madrid e Dublim.
                - 1000% de crescimento em recrutamento e faturação.
                - 15.000 euros em bónus para os seus trabalhadores.

Intrigados pela raiz deste estranho sucesso, entrevistamos a várias das pessoas encarregadas da maquinaria total. Primeiro, Pablo Fernández indica que “a qualidade do grupo está por detrás de tudo”. Para ele “o crescimento de uma empresa está intimamente ligado ao crescimento profissional e pessoal dos seus trabalhadores. De fato, não há nada mais satisfatório que ver pessoas entrar na nossa empresa, vê-las desenvolver o seu talento e ver como atingem os seus objetivos”, conclui.

Para Elsa Santos, houve uma qualidade essencial que determinou os resultados: “A persistência na luta por atingir metas é a nossa caraterística fundamental”. Mas especifica: “Sempre é mais fácil quando um grupo está motivado e unido. Nunca tinha trabalhado com um grupo tão motivado e unido como este”. Para ela trata-se de “uma grande família” que procura o mesmo destino.

No caso de Milvia Serra e Tiago Pinto, próximos Account Managers, ambos concordam em destacar que “seis meses na PHX Marketing mudaram a nossa visão sobre os negócios e a nossa carreira profissional”. “Não ter limites no nosso crescimento ajuda a desenvolver capacidades que achávamos não ter” e com isso, “o futuro apresenta-se mais aliciante”.

Objetivos para 2013

2013 é visto na PHX como um ano de expansão exponencial. O seu Diretor, Pablo Fernández, explica o porquê: “É muito simples. Quando multiplicas as bases - o que para nós significa multiplicar localizações - o crescimento já não é só de uma fonte, senão de múltiplas fontes paralelas, igualmente sustentáveis”.
Entre os próximos objetivos, que serão também feitos públicos no rally de Janeiro em Londres, está o de continuar a abrir escritórios em Portugal, nomeadamente um novo em Porto e também em Braga e Castelo Branco no primeiro semestre de 2013.

Ao mesmo tempo, o grupo pretende assumir dois novos desafios internacionais, primeiro na Galiza, com a abertura de dois escritórios, e segundo, um projeto particular pelo qual Pablo Fernández está especialmente entusiasmado: “Brasil vai marcar um ponto de viragem na nossa empresa. Um mercado tão grande supõe uma oportunidade imensa para as pessoas que aqui trabalham, precisamos 150 gerentes para enfrentar os desafios desse país, portanto, precisamos 150 pessoas entusiasmadas com a oportunidade de dirigir uma empresa no estrangeiro”.

Celebrações

Inquirido pelas possíveis celebrações da tão marcada data, Pablo Fernández anunciou vários planos: “Primeiro, premiar os responsáveis de todo este sucesso que estando tão próximos do Natal, pode supor uma grande ajuda para estas datas especiais”.
Para além disso, não faltarão os típicos jantares de empresa e várias viagens para alguns dos colaboradores: “Queremos enviar a certas pessoas a distintos pontos da Europa onde estamos a obter importantes resultados, principalmente Itália e Suécia”.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

PHX Marketing presente em Dublin


Dublin acolheu esta semana a última conferência de 2012, neste caso orientada a formar os novos assistentes de direção nos desafios de 2013 e nas tarefas que irão abordar como iminentes gerentes dos seus próprios escritórios.

Entre eles, Elsa Santos, account manager de PHX Marketing desde dia 3 de Novembro, foi uma das assistentes mais participativas e entusiasmadas com o encontro: “Foi absolutamente incrível: tanta informação e de fontes de tanta qualidade só se pode chamar privilégio”. Santos, que presenciou os seminários dos VP Justin Cobb e Christoph Grizzard, assim como gerentes em Milão como Sean Grace, adiciona: “Não posso aguardar para aplicar todos os conceitos que aprendi, 2013 vai ser um grande ano”.

Precisamente em Janeiro de 2013 terá lugar a próxima reunião internacional do grupo, ainda que nesta ocasião será de portas abertas para todos os funcionários da PHX Marketing. O rally será uma nova oportunidade para presenciar promoções a Vice-presidente e Consultor Regional e para premiar vários dos gerentes pelo seu desempenho internacional. O local escolhido para o evento será o Royal Festival Hall de Londres e a data está prevista para o dia 12 de Janeiro.


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Por dentro do Marketing da Coca-Cola

                «O marketing da Coca-Cola também enfrenta desafios. Ela pode ser líder do mercado de refrigerantes e a marca mais valiosa do mundo, mas sabe que também precisa entender um consumidor mutante, que tem novos hábitos, e mensurar todos os seus resultados: dos anúncios na televisão aos pontos de venda, passando pelo mundo digital. À frente desta missão está Ricardo Fort, Diretor de Marketing da Coca-Cola.»
                Pablo Fernández, diretor da PHX Marketing comenta que: «Produtos como a Coca-Cola não precisam de promover o seu próprio produto. Assim como outros tipos de marcas - BMW; Mercedez; que não precisam de anunciar as suas características técnicas, as suas qualidades.
Os anúncios não são de todo sobre as características específicas do produto mas sim sobre qualquer outra coisa que não tem sequer a ver com o produto em questão.» Pablo Fernández termina com: «É aí que se percebe o valor de um produto, quando já não é preciso falar do produto.»
                Fort explica que uma das mudanças mais visíveis hoje é a transferência da liderança da relação entre o consumidor e a marca para as pessoas. Por isso, a Coca-Cola vem investindo em geração de conteúdo pelo consumidor e no entendimento do cenário que a cerca. O mais complexo deles é o universo jovem. «O adolescente é o target mais difícil de se entender porque eles mudam muito rápido. O maior desafio que a Coca-Cola tem é entender o que estas pessoas querem antes mesmo de elas quererem, conseguir antecipar e entregar os valores da marca, manifestados em comunicação, em promoção e embalagens», explica o Diretor.
«Temos 80 tipos diferentes de pontos de venda e para cada um deles há uma lista pré-determinada de quais equipamentos e comunicação que estarão em um determinado lugar. Além do tipo de promoção e do produto. E, para cada um destes 80 perfis de ponto de venda, temos 10 indicadores diferentes de performance.» Acrescenta Ricardo Fort.
                Explica também que o maior desafio da Coca-Cola é continuar a ser uma marca nova. «Temos um esforço grande na diversificação de portfólio, como chocolates, sumos, água, água com sabor, energéticos, chás e obviamente os refrigerantes. As pessoas querem coisas diferentes em momentos diferentes. Há um esforço para educar as pessoas a como ter uma vida saudável, que escolhas elas devem fazer, o que beber e o que comer.»
                Para finalizar Ricardo Fort refere que enquanto muitos produtos mudam, Coca-Cola é a mesma desde 1886. «O segredo é a “fórmula mágica”. Existe uma ciência muito forte por trás disso porque para manter o mesmo produto em todos os lugares do mundo, sendo ele 95% água, que é diferente pelo mundo inteiro, é um trabalho muito grande. Outra coisa interessante é que Coca-Cola é um produto democrático. Não importa quão dinheiro você tenha, você nunca vai comprar uma Coca-Cola melhor do que outra pessoa. Não importa o que você é, quão dinheiro você tem e o que você faz.»

Fonte: http://www.sobreadministracao.com



terça-feira, 20 de novembro de 2012

Portugueses que foram trabalhar para países sem impostos


Do Mónaco ao Dubai, de Andorra ao Qatar, há milhares de novos emigrantes a viver em locais onde ninguém paga IRS. E ainda têm outros privilégios: nalguns sítios, até a água e a electricidade são gratuitas.

Pablo Fernández, diretor da PHX Marketing refere que para equilibrar a situação do país o governo esta a tentar usar uma política tributaria, que o único que faz é diretamente “expulsar” as pessoas. Acrescenta “Como resultado temos dois exemplos claros - 1º - esta notícia: o exilo de pessoas par países onde não se pagam impostos; 2º - a revolta de setores como ultimamente o setor da restauração.

Marisa de Sousa trabalhava há nove anos em marketing na indústria farmacêutica, mas estava cansada. Dos cortes nos bónus e nos prémios, dos despedimentos à sua volta, das entrevistas de emprego em que lhe ofereciam 800 euros brutos por mês, mesmo com um mestrado.

“Estava desmotivada, desesperada, triste.” Um dia, um amigo disse-lhe que a companhia aérea Qatar Airways estava a recrutar e ela ficou curiosa. “No site vi que havia uma vaga para a minha área, mas era necessário ter experiência de dois anos de voo. Pensei: ‘Porque não?’ Assim podia sair de Portugal, experimentar uma cultura diferente, viajar pelo mundo inteiro e, quem sabe mais tarde, voltar ao marketing.”

Despediu-se duas semanas antes de partir para Doha. A bordo da melhor companhia aérea do mundo, de acordo com os Skytrax World Airline Awards, já conheceu países como China, Japão, Coreia, Austrália, Tailândia, Indonésia, Tanzânia, África do Sul ou Canadá. Acaba de ser promovida à primeira classe, o que vai representar uma progressão salarial.

Ganha em média 2.500 euros por mês. E o melhor de tudo? 2.500 euros limpos. O Qatar está entre os poucos países do mundo onde não há impostos.

A isenção fiscal é comum no Médio Oriente: os Governos do Kuwait, dos Emirados Árabes Unidos, de Omã e, já na Ásia, do Brunei, também não cobram impostos sobre o rendimento dos trabalhadores, sejam eles locais ou estrangeiros. No Qatar, além de não haver nada semelhante ao nosso IRS, não há descontos para o sistema de Segurança Social e o serviço de saúde é completamente gratuito. Tem assim atraído cada vez mais estrangeiros, que ali conseguem juntar dinheiro e ganhar qualidade de vida. Cerca de 200 dos quais são portugueses.

Para ler o artigo completo - http://www.sabado.pt/Multimedia/FOTOS/Dinheiro/Fotogaleria-(71).aspx

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Elsa Santos - Promoção!


   Elsa Santos, nova assistente de direção em PHX Marketing, foi uma das pessoas mais radiantes na conferência em Madrid, por motivos mais que óbvios. Depois de um intenso percurso no Cross Training Program, foi uma das finalistas que conseguiu a tão ansiada promoção: “Olhando para trás foi um constante desafio que me puxou até os meus limites, mas valeu a pena”.
   Elsa também teve palavras para os seus colegas promovidos: “Quando estás dentro do programa, conheces e compreendes perfeitamente os sacrifícios que esse mesmo programa implica. Ver pessoas que começaram contigo ultrapassar essas dificuldades e atingir os seus objetivos, faz-te sentir privilegiada de pertencer a um grupo como este”.
   Sobre o seu ato e discurso de promoção, comentou que tudo passou “muito rápido”, como se “quase não tivesse tempo de assimilar o que estava a acontecer”, mas mostrou-se “satisfeita” pelo resultado final.
Da conferência, o que ressaltou foi a participação de Antoine Bell, gerente nº1 em América, e de Justin Cobb - presidente do grupo e Christopher Grizzard, vice-presidente: “Foram imensamente inspiradores. São os melhores exemplos dentro deste negócio, uma oportunidade única para aprender”.
   O próprio Justin Cobb fechou o evento com o anúncio de que a próxima reunião internacional terá lugar a 12 de Janeiro no Royal Albert Hall de Londres. Uma esplêndida ocasião para desfrutar de discursos como este de Elsa Santos: Video brevemente disponível.

Visite o nosso Site Oficial : www.phxmarketing.pt

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Reeleição de Obama é vista como positiva para a Europa

            Segundo mandato de Barack Obama é, na opinião de analistas, uma boa notícia para a Europa e para as relações transatlânticas. Reeleição aumenta, porém, expectativas no continente.
            O desejo da maioria dos europeus tornou-se realidade. Barack Obama foi eleito para um segundo mandato na Casa Branca. Analistas europeus veem esta como uma boa notícia. "Obama é certamente mais próximo dos europeus do que Romney no que se refere à política interna e a políticas sociais. Isso foi constatado, inclusive, em pesquisas de opinião na Europa", lembra Marius Busemeyer, cientista político da Universidade de Constança.
            Pablo Fernández, diretor da PHX Marketing refere que a reeleição de Obama é algo positivo porque no ambiente instável em que nos encontramos agora uma mudança de “ator num cenário internacional”, aumentaria ainda mais essa instabilidade. Obama mostra-se como uma base sólida a partir da qual construir um futuro será mais consistente.
            "Para a Europa, ele significa previsibilidade", compara Heinz Gärtner, do Instituto Austríaco de Política Internacional, em Viena. "Romney seria muito imprevisível para a Europa, porque já mudou suas posições sobre desenvolvimentos globais várias vezes."
            "Obama, por sua vez, não tem motivos para alterar sua política para a Europa após sua vitória eleitoral", observa Vincent Michelot, especialista em EUA da Universidade Sciences Po, de Lyon. "Por outro lado, isso pode significar que o presidente pedirá à Europa para se esforçar mais para colocar a economia de volta nos trilhos, já que a recuperação da economia norte-americana depende também de uma melhora na situação europeia."

Mais envolvimento internacional
            Além do aspecto econômico, o governo reeleito pode exigir também que a Europa se empenhe mais na parceria com os Estados Unidos. Um exemplo citado por Gärtner é a busca de soluções para a guerra civil na Síria e para a disputa sobre o programa nuclear iraniano.
            Obama pode também vir a pedir ajuda transatlântica num tema que atualmente é muito importante para os europeus: proteção climática e política ambiental, que o presidente poderia trazer de volta à pauta em Washington.
Apesar do foco maior que a política externa dos EUA tem destinado à Ásia, a Europa vai continuar sendo o parceiro mais importante e confiável para os Estados Unidos, segundo o especialista. "Acho que a chamada reorientação dos Estados Unidos para o Pacífico foi realmente exagerada", diz Michelot. "Não é como se os EUA tivessem deixado a Europa sozinha de repente, ou como se a relação tivesse esfriado."
            Ele ressalta, ainda, que um aspecto importante é o fato de os EUA terem que cuidar de problemas mais urgentes no mundo do que a Europa. "A crise econômica europeia preocupa Washington, mas não se compara ao programa nuclear do Irã ou a outras ameaças globais."

Romney teria dividido Europa
            No entanto, os especialistas alertam que não há razão para que os europeus descansem, acreditando que a parceria transatlântica se manterá sempre sólida. Primeiro, porque os Estados Unidos também no futuro continuarão a direcionar sua atenção para outras regiões do mundo e, segundo, porque Obama, ao contrário de presidentes anteriores, não tem ligação pessoal alguma com a Europa.
            Mesmo assim, Obama é indiscutivelmente a melhor opção para o continente. "Foi uma decisão muito boa para a Europa", salienta Gärtner. "Se Romney se tornasse presidente, teria provocado uma divisão similar à ocorrida na gestão de George W. Bush. E a política de Romney em relação a China, Rússia e Oriente Médio teria dividido os europeus, o que seria um desastre para o continente."

Obama, com líder alemã Merkel e secretário-geral da Otan, Rasmussen: garantia de estabilidade para europeus


IV Reunião Internacional em Madrid


            Este passado fim-de-semana a PHX Marketing celebrou a sua IV Reunião Internacional de 2012, de novo em Madrid, com o objetivo de avançar os planos empresariais para 2013 e promover alguns dos componentes do grupo português à equipa de gestão.
            No luxuoso marco do Hotel  Silken Puerta América da capital espanhola, 350 pessoas procedentes de Reino Unido, Irlanda, Espanha, Portugal e Itália tiveram acesso antecipado aos projetos de expansão em Europa e América do Sul para os próximos dois semestres: Suécia, Polônia, Finlândia e Brasil serão os novos mercados de crescimento do grupo até 2014.
            Do mesmo modo, foram revelados os dados de evolução dos três primeiros quadrimestres do ano, que demostraram o bom estado de forma da empresa que chegou a multiplicar num 700% os resultados atingidos a começos de 2012, tanto a nível de faturação como de recrutamento e representação de clientes.
Promoções
            Em simultâneo, vários membros do grupo em Portugal receberam um reconhecimento internacional pelo seu desempenho, assim como o certificado que os acredita como integrantes da estrutura de direção da empresa.
            Entre eles, Elsa Santos, procedente do escritório de Setúbal, recebeu felicitações diretas do Vicepresidente em Europa, Justin Cobb, do gerente número 1 de Estados Unidos, Antoine Bell, e do Diretor da PHX Marketing, Pablo Fernández. Desde a sua nova posição no organigrama, Elsa Santos estará a cargo da constituição do grupo de trabalho que executará a expansão da empresa em Porto e Braga.
            O próprio Pablo Fernández opinou efusivamente sobre a promoção de Santos: “Estamos todos muito orgulhosos do seu esforço. É uma pessoa muito jovem mas cheia de maturidade e inteligência empresarial, que vai ter um papel decisivo no nosso desenvolvimento”.
Objetivos a curto prazo
            Por último, avançou-se a data do próximo encontro do grupo, que terá lugar o 13 de Janeiro em Londres. Para então, o Diretor da PHX Marketing adiantou a que será a sua principal meta: “Ao igual que no caso de Elsa, nesta reunião promoveremos outras três pessoas à equipa de gestão. Através destas três promoções, estaremos na posição de colocarmo-nos como líderes do setor em Portugal, objetivo principal da PHX para 2013”.
PROMOÇÃO DE ELSA SANTOS, MADRID, ESPANHA

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Como equilibrar a vida pessoal com a vida profissional


            Há dois dias, a curiosidade levou-nos a perguntar ao Diretor de PHX Marketing, Pablo Fernández, como é que ele consegue encontrar o equilíbrio entre a sua vida profissional – um atarefado empresário - e a sua intensa vida pessoal entre o desporto, a literatura e as viagens. Esta foi a sua reposta:
            Nos tempos que correm, cada vez mais trabalhadores queixam-se de que o seu emprego não lhes permite realizar outras atividades que realmente gostam, que não conseguem conciliar a suas vidas pessoal e profissional. Consequentemente, estão deprimidos pela espiral contraditória na que se encontram: não podem deixar o seu trabalho porque é o que lhes dá vida, mas não têm vida porque o seu trabalho lha tira.
            Muitas pessoas perguntam como é que eu consigo fazer o que eu faço fora do meu trabalho quando, supostamente, um executivo só tem tempo para o seu trabalho. O segredo de muitas das coisas que nós fazemos é a organização. A organização transforma-se em hábito e um hábito é algo que executamos sem pensar, algo quase orgânico. Como empresário tenho imensas tarefas, provavelmente mais do que o 95% das pessoas que se queixam da falta de tempo, mas o meu foco, em lugar de estar no volume, está na qualidade.
            Estas são as minhas seis regras de ouro para encontrar o equilíbrio:

Primeira regra: Não importa quanto tempo trabalhas, mas sim o quanto atinges no tempo em que estás  a trabalhar.
Como os americanos falam: “Work smart, not hard”. Trabalhar por objetivos organiza automaticamente o teu dia: a chave está na diferenca entre “trabalhar” e “estar no trabalho”. 20% do teu negócio cria 80% do teu negócio, é ai onde devemos colocar a nossa determinação.

Segunda regra: O dia tem 24 horas.
Parece que algumas pessoas têm uns dias com apenas 15 horas. Pensar no facto - não tenho tempo ou decidir se me vou organizar a ter tempo ou não, ocupa tempo: não o usem de forma errada. Mais ação e menos pensamentos inúteis.

Terceira regra: Não desistir da organização.
Se tenho objetivos que quero atingir mas não tenho tempo para me organizar, então também não terei tempo para atingir esses objetivos. Ficarei sempre estagnado.

Quarta regra: A recompensa.
Uma pessoa é mais facilmente motivável pelo prêmio que pelo castigo. Se tenho uma grande carga de trabalho, não penso em que se não consigo acabar esse trabalho, terei que continuar a trabalhar. Pelo contrário, penso em como me vou recompensar a mim próprio pelo fato de ter conseguido acabar esse trabalho. Com um pensamento positivo na cabeça, vou-me esforçar mais e mais eficientemente que se estou a pensar: “Deus, tenho tanto trabalho por fazer!”. Recompensas a curto prazo são os melhores motores de motivação.

Quinta regra: Sempre posso fazer mais alguma coisa.
Às vezes encontro-me com alguns dos meus empregados que procuram desculpas para explicar o porquê de não terem atingido os seus objetivos, e eu uso a seguinte analogia: “Se tivesses um contrato assinado sobre a mesa no qual estivesse estipulado que irias receber 1.000.000 de euros por teres acabado esta tarefa a tempo, terias acabado? Então isso significa que podias ter feito mais.

Sexta regra: Faz algo que desfrutes.
Esta é a minha regra favorita e resume a minha visão sobre o que significa trabalhar: se encontras algo que gostas de fazer, não voltarás a trabalhar o resto da tua vida.

Estas seis regras ajudaram a adorar o que faço dentro e fora da minha empresa.

Trabalho.

Lazer

Trabalho

Lazer

terça-feira, 23 de outubro de 2012

EUA: Sem-abrigo ganha 200 mil dólares em raspadinha


            Para um sem-abrigo da cidade de Greenville, na Carolina do Sul (EUA), a última sexta-feira foi um dia de sorte. Depois de ter comprado uma raspadinha por 10 dólares (7.67 euros), o homem ganhou um prémio de 200 mil dólares (cerca de 153 mil euros).
            Pablo Fernández, diretor da PHX Marketing refere que este tipo de noticias o fazem pensar no ditado “ dá um peixe a um homem e este comerá por um dia, mas ensina um homem a pescar e este comerá o resto da sua vida”, acrescenta ainda que «Muitos de nós pensaríamos - o que fazer com o prémio, mas a pregunta correta seria - como faço para fazer crescer este prémio.
            Segundo a imprensa norte-americana, o sem-abrigo contou aos funcionários da lotaria que, quando raspou o bilhete, nem queria acreditar no que lhe tinha acontecido e começou a gritar e a saltar de contentamento.
            Antes de viver nas ruas, este homem (que não se quis identificar) trabalhava na construção civil, mas quando as coisas se complicaram ficou sem trabalho e teve de recorrer a um abrigo da Misericórdia local.
            O homem explicou ao jornal Greenville Online que, com o prémio, pretende recuperar a sua vida e usar o dinheiro para arranjar uma casa e ajudar a sua família.

43 empresas europeias vêm a Portugal para contratar


            Lisboa prepara-se para acolher os Dias Europeus do Emprego. A edição deste ano decorre a 25 e 26 de Outubro, no Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL), e conta com a presença de mais de 43 empresas de 15 países europeus disponíveis para contratar.
            Pablo Fernández refere que as experiencias laborais do exterior enriquecem a mão de obra nacional, seria aconselhável a todos os trabalhadores que experimentassem uma atividade laboral fora do país durante um tempo
            O primeiro dia dos Dias Europeus do emprego, 25 de Outubro, é especialmente dirigido a profissional na área das Engenharias ou Tecnologias de Informação. O dia seguinte será dedicado a várias áreas profissionais como saúde, hotelaria e restauração, atendimento ao cliente e construção civil, entre outras.
            O programa conta ainda com um vasto programa de mais de 70 'workshops', sessões de informação e apresentações de empresas. Os participantes podem também contar com informação e aconselhamento personalizados.
            Segundo o IEFP, que organiza o evento em parceria com a rede Eures, os Dias Europeus do Emprego são uma oportunidade para contactar empresas ou especialistas nos mercados de trabalho de outros países, estruturar e aprofundar planos individuais de mobilidade ou saber mais sobre a forma como a rede EURES e outros serviços de apoio à mobilidade podem ajudar os
            No site do evento, o IEFP recomenda aos interessados que se informem previamente sobre os países e as empresas  participantes, e que consultem os perfis de recrutamento que podem interessar a cada caso.
            A organização aconselha os interessados a levar várias cópias do seu currículo em inglês, francês ou noutra língua solicitada pelas empresas contratantes.
            Os interessados devem fazer a sua pré-inscrição online, até dia 24 de Outubro, no sentido de aumentar a probabilidade de marcação de uma ou mais entrevistas com as empresas participantes. O evento vai decorrer entra as 12h e as 20h, com entrada até as 19h. A entrada é gratuita.
           

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Chuva de meteoros iluminará o céu no fim-de-semana


            Chega, este fim-de-semana, uma das madrugadas mais aguardadas pelos amantes e curiosos da astronomia. Na noite de sábado (20) para domingo (21), a chuva de meteoros de orionidas vai voltar a iluminar o céu como resultado da aproximação à nossa atmosfera dos detritos do cometa Halley, que passou pela Terra pela última vez em 1986.
            Pablo Fernández refere que em algumas culturas orientais quem faz juras de amor diante de uma chuva deste género terá um amor eterno.
            De acordo com Bill Cooke, especialista da NASA, o espetáculo anual deverá permitir a observação "de cerca de 25 meteoros por hora no pico do fenómeno, que ocorrerá durante o amanhecer de domingo". Segundo Cooke, "uma vez que a Lua não vai 'estragar' o momento devido à fase em que se encontra, as condições de observação deverão ser perfeitas".
            Embora a chuva de meteoros de orionidas, assim batizada pelo facto de os cometas parecem surgir a partir da constelação de Orion, não seja a mais forte, "é uma das mais bonitas do ano". Isto porque, explica Cooke, é emoldurada por algumas das mais brilhantes estrelas e planetas, já que estas "estrelas cadentes" passarão pelas também constelações de Touro e Gémeos, que fornecem um plano de fundo cintilante para o fenómeno.
            Porém, este ano, haverá ainda mais um atrativo em torno do espetáculo: é que, em 2012, Vénus e Júpiter alinharam-se com a estrela Sirius, formando um triângulo brilhante na madrugada do céu ocidental. De acordo com a agência espacial norte-americana, quando o próximo domingo amanhecer, fragmentos do cometa Halley vão atravessar, assim, esta "tríade celestial", ao rasgar os céus.
            Quem estiver interessado em testemunhar o momento e, quem sabe, deixar os seus pedidos a uma estrela cadente, deverá escolher um local escuro, de preferência afastado da poluição luminosa das cidades e "preparar-se para a velocidade" porque os meteoros do cometa Halley entram na atmosfera terrestre a cerca de 238.000 km/h.
            Bill Cooke sugere ainda que os curiosos saiam à rua entre uma a das horas antes do nascer do sol, a melhor altura para a observação do céu. "É uma manhã fantástica para estar acordado. Só tenham em mente que não devem ter pressa", visto que o espetáculo vai ser longo, concluiu.



Holanda: Políticos vão de bicicleta para o trabalho


            Primeiro-ministro Mark Rutte e líder parlamentar Stef Blok chegam ao Catshuis, a residência oficial do primeiro-ministro, de bicicleta.
            Milhares de internautas portugueses estão a partilhar, nas redes sociais, fotografias do primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, e de outros políticos daquele país a usar a bicicleta como meio de transporte. Estas imagens ganham especial significado, em Portugal, após as alegadas declarações de um deputado do PS que ridicularizou a ideia de um membro do parlamento andar com carros de marcas “menores”.
            Pablo Fernández, diretor da PHX Marketing em relação a esta noticia refere que: «Andar de BMW, Audi e todos esses outros carros de grandes marcas é um desperdício de dinheiro mas andar de bicicleta é pura demagogia - dar ao povo o que ele quer, mas apenas para ficar bem na fotografia.»
            Acrescenta ainda que: «O equilíbrio esta apenas a meio caminho. Isto é os governantes têm de passar a utilizar o transporte publico ou o próprio carro como todos nós.»
            Não se sabe ao certo qual terá sido a frase de Francisco Assis, uma vez que foi feita em reunião da bancada parlamentar do PS durante uma conversa sobre a polémica renovação da frota automóvel socialista com carros de alta cilindrada, mas é certo que o deputado ridicularizou a ideia dos membros do parlamento circularem em carros de modelos e cilindradas inferiores, como por exemplo um Renault Clio.
            Mas se em Portugal os governantes têm vergonha de circular pelo asfalto em veículos modestos, exigindo marcas famosas e caras como a Audi, a BMW ou a Volkswagen, já na Holanda os políticos parecem não ter estas inseguranças.
            Sem qualquer pudor, e até mesmo com um certo orgulho, o primeiro-ministro holandês circula, com frequência, de bicicleta no seu dia-a-dia como o provam as fotografias que estão a ser partilhadas nas redes sociais e que foram obtidas pela agência de notícias AFP durante as negociações que decorreram, em Maio e Abril, no parlamento holandês, para discutir a aprovação de cortes orçamentais.
            Embora seja apontado por alguns críticos como um comportamento algo demagógico, que terá sobretudo a intenção de conquistar a simpatia do eleitorado, as pedaladas de Mark Rutte - do Partido pela Liberdade e Democracia e que lidera um governo de coligação - não deixam de servir como um bom exemplo.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O objetivo número 1 da PHX Marketing



            Na conjuntura socioeconómica atual, o crescimento sustentável das empresas é cada vez mais complicado. Encontrar a fórmula do sucesso vai depender da habilidade e iniciativa individual, da adaptabilidade ao entorno que carateriza os grandes lideres. É assim que começam as grandes ideias que são sempre, por outro lado, as mais simples.
            Com o intuito de conhecer essa “simplicidade” do sucesso, reunimo-nos hoje com o Fundador da PHX Marketing, Pablo Fernández. Pontual como sempre, recebe-nos com um estudado sorriso. Debaixo do impecável fato cinzento, ligeiramente brilhante, está um homem jovem, dinâmico e com esse mistério intrínseco como todos os triunfadores em tão tenra idade. Desde a primeira resposta, percebe-se a profundidade do seu conhecimento e parece que soltamos cabos para uma viagem diferente: aprender.
Pablo Fernández com um dos seus sócios de Portugal, João Danado, Valência

Qual é o segredo para ser “Pablo Fernández”?
- [Risos] Não há realmente segredos para ser Pablo Fernández. Do mesmo modo que Pablo Fernández ainda não está acabado, e continua à procura de novos “segredos” para acabar de se fazer. Provavelmente esse será o primeiro ingrediente: procurar sempre um novo desafio e aprender, com humildade, dos melhores. É o que chamamos de mentalidade de estudante: a capacidade de assimilar e aplicar informação.

Então ser Pablo Fernández implica muitas horas fechado num quarto a estudar?
- [Novos risos, isto começa bem] Não necessariamente. Eu diria que é mais uma questão de atitude. Atitude é como ter um Ferrari: é um carro bonito, de luxo, rápido… mas se não o abastecermos, (não vamos poder tira-lo da garagem) não o vamos poder tirar da garagem. Uma pessoa pode ter muitos conhecimentos, mas se não tem atitude, não vai lograr nada do que se proponha. (Obviamente) É óbvio que sou partidário da formação, e que a que considero essencial, mas se olhamos para as pessoas que mais influências têm tido na História, não são precisamente os mais brilhantes “estudantes universitários”, mas sim pessoas dotadas de uma atitude que inspirou a outras nos momentos mais difíceis.

Podemos dizer, logo, que os ingredientes do sucesso da sua empresa são a atitude e a formação?
- Em parte, sim. Contudo, acho que esse sucesso reside na simplicidade da nossa ideia: todas as empresas do mundo precisam de mais clientes (desde uma escola até um hospital ou um restaurante), mais clientes equivale a mais dinheiro. Nesse contexto, funcionamos como ponte entre as duas necessidades: a do cliente e a do consumidor. Daí a fonte inacabável do nosso crescimento. Segundo, a diferença radical do nosso sistema de trabalho: todas as empresas com sucesso internacional, como a MacDonalds, por exemplo, estão baseadas num simples e substituível método de trabalho, o que garante estabilidade na expansão. Ai é onde a nossa estratégia de formação determina a nossa vitória. Mas, repito, conhecimento sem atitude é só palavras que o vento leva.
Carolina Morales diretora do Porto

E quais são os seguintes passos na expansão da PHX Marketing?
- A curto prazo, pretendemos nos consolidar como número 1 do setor em Portugal. E isto passa por nos convertermos numa máquina imparável de recrutamento. O objetivo é oferecer 300 postos de trabalho nas 40 campanhas que tencionamos realizar no período 2012-2013 prévios à nossa expansão em 2014 no Brasil, onde nos aguarda um mercado de 190 milhões de pessoas.


Não é assustador um mercado tão grande, partindo desde Portugal?
- Mais que assustador, é motivador, a oportunidade é demasiado grande para deixa-la fugir. Por outro lado, no meu caso particular, as minhas bases de gestão nasceram em Londres, que per se é um mercado de mais de 12 milhões de pessoas, a população total de Portugal, por isso só seria uma questão de adaptar o meu conhecimento de um país para outro.

As pessoas não lhe perguntam o porquê de vir para Portugal dada a situação atual do país?
- Eu adoro Portugal: o ritmo de vida, a comida, o tempo… se comparamos tudo isso com outros países nos quais morei ou com uma cidade como Londres, a pergunta seria “Porque não Portugal?”. Como negativo, aborreço-me bastante com o caráter derrotista de muitos portugueses. Se (empregassem) utilizassem metade da energia que usam em serem pusilânimes em algo produtivo, o país estaria numa situação completamente diferente. Nesse sentido, os britânicos aprenderam a rir-se de si próprios enquanto procuram soluções para serem número um de novo. Os portugueses criticam, choram, mas ninguém faz nada. Agora começam a manifestar-se, o qual, no meu modo de ver (ainda que apoio o direito às manifestações), é só mais uma forma ruidosa de criticar, chorar e não fazer nada.

Onde está a solução para Portugal, neste sentido?
- Há que educar a mentalidade das pessoas, não aceitar a negatividade do outro. E acabar com o egoísmo e o oportunismo da classe política. Uma das pessoas que mais admiro é de Klerk: libertou Nelson Mandela sabendo que acabaria por perder as eleições contra ele. Mas ele estava a pensar que, em 20 anos, isso seria o melhor para África do Sul. E esse sacrifício, essa generosidade, salvou o seu país. Em Portugal, como em tantos outros países, os políticos só pensam em ganhar as próximas eleições, não no que será melhor para o país em 20 anos. Mas não nos enganemos, os 80% por cento das pessoas que acudiu as manifestações, também pensa nas “nas próximas eleições”: ninguém deu ainda uma alternativa válida.

Apesar de todo o “ruido” e os “choros” ainda dá para desfrutar, espero, em Portugal. A quê dedica o tempo livre um jovem empresário? Ou não existe tal “tempo livre”?
- [Voltam os risos] Existe, é muito importante, para mim, o equilíbrio entre o profissional e o pessoal. Basicamente, leio imenso, especialmente Camus e, tenho que confessar, adoro o vosso Fernando Pessoa, especialmente Álvaro de Campos. E gosto muito de viajar o que, devido ao meu trabalho, felizmente, consigo fazer muito. Também gosto de um pouco de desporto, joguei durante 17 anos andebol, e sempre ficou essa veia de competitividade e desportista.

Quando sair de Portugal será um “adeus” ou um “até logo”?
- [Nem medita a resposta] Um “até logo”, não só porque dirijo uma empresa em Portugal e, logisticamente, vai ser inevitável retornar periodicamente mas também porque todos os lugares em que moramos acabam por nos definir um bocado, e é difícil deixar para lá algo que nos pertence, como este país.

Então, até logo!
- [Último sorriso] Até logo!

            E despedimo-nos assim duma rara avis que afortunadamente pousou no nosso país. Desejamos-lhe o maior sucesso e que através do seu labor consiga mexer Portugal abrindo-nos novas oportunidades.
Boa sorte ou, melhor, boa atitude!

Pablo a dar um seminário sobre liderança em Madrid

Destaques:
«Atitude é como ter um Ferrari: é um carro bonito, de luxo, rápido… mas se não o abastecermos, (não vamos poder tira-lo da garagem) não o vamos poder tirar da garagem. Uma pessoa pode ter muitos conhecimentos, mas se não tem atitude, não vai lograr nada do que se proponha.»
«(…)acho que esse sucesso reside na simplicidade da nossa ideia: todas as empresas do mundo precisam de mais clientes (desde uma escola até um hospital ou um restaurante), mais clientes equivale a mais dinheiro. Nesse contexto, funcionamos como ponte entre as duas necessidades: a do cliente e a do consumidor. Daí a fonte inacabável do nosso crescimento.»
«A curto prazo, pretendemos nos consolidar como número 1 do setor em Portugal. E isto passa por nos convertermos numa máquina imparável de recrutamento.»
«Uma das pessoas que mais admiro é de Klerk: libertou Nelson Mandela sabendo que acabaria por perder as eleições contra ele. Mas ele estava a pensar que, em 20 anos, isso seria o melhor para África do Sul. E esse sacrifício, essa generosidade, salvou o seu país. Em Portugal, como em tantos outros países, os políticos só pensam em ganhar as próximas eleições, não no que será melhor para o país em 20 anos.»