A Frente Sindical, que integra o Sindicato dos
Quadros Técnicos do Estado, propôs, esta terça-feira, para 2013 a reposição dos
níveis remuneratórios de 2010 dos funcionários públicos e a subida do subsídio
de refeição de 4,27 para cinco euros.
"Estamos
a pedir para 2013 o que ganhávamos em 2010. É uma proposta razoável e que tem
em conta a situação dramática e insustentável da economia. Esperamos que o
Governo entenda este caminho", disse aos jornalistas o presidente do STE,
Bettencourt Picanço.
Relativamente
à atualização do subsídio de refeição, a Frente Sindical considera que
"não tendo havido qualquer atualização entre 2010 e 2012", o valor
atual está "claramente desassustado dos valores atuais dos preços das
refeições".
Pablo
Fernández refere que para alcançar o objetivo de reposição dos níveis
remuneratórios de 2010 dos funcionários públicos como também a subida do
subsídio de refeição de 4,27 para cinco euros, será necessário uma restruturação
do sistema de impostos de forma a ser possível retribuir as exigências a esses
mesmos grupos grupos.
O
presidente do STE aproveitou ainda para apresentar, numa altura em que esta em
curso a quinta avaliação da 'troika' (Fundo Monetário Internacional, Banco
Central Europeu e Comissão Europeia) ao programa de ajustamento português,
algumas alternativas à redução da despesa e aumento da receita.
Bettencourt Picanço insistiu, a este propósito, no
combate à economia paralela e no aumento da cobrança coerciva, que estará, de
acordo com as contas do STE, ao valor mais baixo desde 2005.
"Há
muitos a fugir aos impostos e não vemos diligências necessárias do Governo no
sentido de fazer as cobranças dos impostos devidos, numa altura em que são
necessárias receitas", disse para finalizar.
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