A taxa de desemprego na Zona Euro chegou ao
recorde histórico de 11,3%. Portugal manteve a terceira maior taxa da região
com 15,7% é apenas superado por Espanha e pela Grécia.
Pablo
Fernández refere que a falta de oportunidades para os mais jovens gira em torno
de um ciclo vicioso: os jovens são sempre os que sofrem diretamente as
consequências da crise, as entidades empresariais não querem apostar nestes
jovens que procuram o seu primeiro emprego, preferindo estas a estabilidade
profissional, ou seja preferem apostar nos candidatos com mais anos de
experiência querendo assim um aumento de sucesso dentro da empresa, em vez de
arriscarem a formar os mais jovens.
O desemprego jovem em
Portugal desce mas sobe na Zona Euro e olhando assim para os dados do desemprego jovem,
as taxas são muito mais negativas. A mais baixa é a da Alemanha (8%). A média
da Zona Euro é de 22,6%, acima dos 22,5% do mês anterior, representando um
total de 3.388 milhões de pessoas com menos de 25 anos desempregadas.
A
taxa de desemprego jovem em Portugal melhorou, como tinha já indicado o
Instituto Nacional de Estatística. Entre os jovens (com menos de 25 anos),
Portugal registou um recuo, de 37,6 para 36,4 por cento, continuando, todavia,
a registar a terceira taxa mais elevada entre os países sobre os quais há dados
disponíveis e muito acima da média da Zona Euro.
Espanha
e Grécia são, mais uma vez, as que apresentam os maiores números do desemprego
jovem (52,9% - referente a Julho - e 53,8% - referente a Maio).
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