Portugal
foi o quarto país da União Europeia que registou um maior avanço das
exportações no primeiro semestre de 2012. A nível das importações, foi o
terceiro país com uma maior retração das importações.
Pablo
Fernández, diretor da empresa PHX Marketing refere que no número de importações
o resultado lógico da perda de poder aquisitivo da economia portuguesa.
Felizmente todo isso contrasta com o número de exportações, o que significa que
apesar da crise a “marca” Portugal continua a ser uma “marca” forte no
exterior.
A
expansão nacional das exportações para dentro e fora da União Europeia foi de 9% nos primeiros seis meses do ano, em
comparação com o mesmo período do ano passado. Grécia, Letónia e Eslováquia são os três países da região com um maior crescimento
das exportações do que o de Portugal, de acordo com a primeira estimativa do
gabinete de estatísticas europeias, Eurostat.
Grécia e Chipre são os dois países da União que verificaram um maior abrandamento das importações superior ao de Portugal. A retração portuguesa nas importações de produtos de dentro e de fora da região fixou-se em 6% entre Janeiro e Julho de 2012, face ao primeiro semestre de 2011.
Grécia e Chipre são os dois países da União que verificaram um maior abrandamento das importações superior ao de Portugal. A retração portuguesa nas importações de produtos de dentro e de fora da região fixou-se em 6% entre Janeiro e Julho de 2012, face ao primeiro semestre de 2011.
O caminho para o equilíbrio comercial não impediu que se
verificasse ainda um défice comercial de 5,1 mil milhões de euros no referido
período. O que não deixa de ser um número menos negativo do que os 8,7 mil
milhões apresentados um ano antes.
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